O B&C Secreto é algo que meu grupo de amigos (alternativos selecionados) realizamos todos os anos. Ao invés de presentes, nós fazemos um amigo secreto e trocamos textos divertidos (com direito a revelação e leitura em um animado encontro de Brigadeiro com Café. Para entender como funcionam os textos do B&C, é só dar uma olhada no que já foi feito até agora no LAProom.
No B&C do ano passado, a Paula Vendramini me deu de presente um texto que pode ser considerada a primeira fanfic de Almakia e Devoy, pois ela foi escrita antes mesmo de recebermos o sim da MODO Editora 😀 Esse texto de B&C desse ano foi presente da Thata Macedo, e vai que ele também tenha o poder de previsão do outro xD
Então, postando meio atrasado (já que foi de natal), mas não podia faltar aqui no blog do livro!
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Almakia Utiliza últimos recursos tecnológicos para contar suas histórias
Uma entrevista coletiva irá acontecer no dia 19 às 19 horas, no Hotel Mercure em Ginza e contará com a autora e roteirista Lhaisa Andria, com o diretor Peter Jackson, os jovens atores que representarão os protagonistas e o grupo musical Arashi, que contará os desafios de gravar uma música em vários idiomas, parte da trilha sonora do esperado filme “Almakia”.
Em fase de pós-produção, o filme Almakia – A Vilashi e os Dragões utiliza dos melhores recursos e efeitos especiais para contar a história de Garo-lin, a Vilashi que teve o direito de escolher o destino dos Dragões que mandavam no Instituto Dul’Maojin.
O best-seller que deu origem ao filme retém o título de mais vendido por 5 anos e já foi traduzido para 100 idiomas e foi fielmente reproduzido na película, que também recebe a assinatura de Lhaisa Andria no roteiro. A autora também acompanhou as gravações de perto.
Para tornar possível toda magia de Almakia, o filme foi gravado em uma parceria entre Brasil, Estados Unidos e Japão e traz uma trilha sonora especialmente gravada para o filme, além da música-tema cantada pelo grupo Arashi.
Serviço
Entrevista coletiva – “Almakia – A Vilashi e os Dragões”
Hotel Mercure Ginza – Tóquio, Japão
Dia 19/10 – 19h
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Na coletiva, uma horda de profissionais da imprensa apareceram. Era o fim das especulações, após meses de paparazzis na porta dos estúdios em Hollywood, técnicos demitidos por darem spoilers e algumas viradas de enredo para despistar e fazer do filme uma boa surpresa.
As perguntas eram muitas, e nem Elô, que ia até os jornalistas do mundo inteiro com o microfone, nem Thata, que as traduzia, estavam dando conta. Todos queriam conhecer as caras novas que enfrentaram o desafio de interpretar Garo-lin (a promissora Luna Vendramini, que parecia muito madura para a tenra idade, se sujeitando a pintar os cabelos de castanho para o filme), Krission Dul’Maojin, Nu’lian Gillion, Sumerin Gran’Otto, Benar Sfairul e Vinshu Zawhart. Mesmo com a falta da atriz que interpretaria Kidari Chamboni, todos queriam saber como era conviver diariamente naquele mundo cercado de magia, já que a Warner Brothers tinha erguido uma Almakia dentro de seus estúdios, que depois serviria como parque temático.
Para o diretor e para a roteirista/autora, as perguntas eram sobre o que seria novidade em relação aos efeitos especiais, para que as pessoas se sentissem inseridas em todos os domínios de Almakia. Shion, o único personagem que não era de carne e osso, foi o mais trabalhoso, como contou o Jackson. E Lhaisa encheu-se de orgulho ao contar que todos poderiam assistir – e sentir! – em 4D como é o voo de uma mombélula; com direito a cadeiras que se mexem e vento no rosto. Para o diretor, que entende de mundos mágicos, restou dizer-lhe que nunca é igual, e como especialista, poderia dizer que Almakia poderia ser vizinha da Terra Média, mas assegurou que eram completamente diferentes entre si.
Mesmo com toda a avidez da imprensa mundial, Yuri, que exigiu ser o mestre de cerimônias, pausou as perguntas de todos para que o trailer pudesse ser exibido. Após os aplausos, as perguntas se dirigiam à parte musical (e o Thi, que cuidava dos ajustes eletrônicos, teve que segurar para que a Elô não voasse do meio do auditório diretamente pro pescoço do Jun, mesmo depois de “ciceroneá-lo” [leia-se NÃO TER LARGADO DO PÉ DO COITADO] desde que o grupo chegara no hotel, às 9h).
Para o Arashi, a questão era explicar como conseguiram cantar uma música em quatro idiomas: Português, Espanhol, Coreano e Japonês. Sho começou contando que era uma honra ter certeza que as vozes deles chegariam a grande parte do mundo, e Aiba já se intrometeu, primeiro dizendo que tinha a leve impressão de que os traços de Shion pareciam com ele às vezes, arrancando uma risada suspeita de Lhaisa, que ganhou um cutucão da amiga Paula, que organizava o palco e a mesa. Nino interrompeu, explicando que o português foi realmente o mais difícil e que nem o katakana alcançava alguns sotaques e nuances daquela língua. Jun explicou, sorrindo, que ficou feliz por ter uma participação no filme, e por ajudar o novo ator a alcançar o clima de “Absoluto Eu” que Krission deveria ter.
Na hora das considerações finais, cada um falou um ponto que considerava principal para que as pessoas assistam o novo filme, deixando a autora para o final.
-Assistam, pois o filme foi feito pra vocês e fui eu que fiz! – exclamou Lhaisa, com uma expressão satisfeita.
Obviamente, todos os jornais estamparam esta frase nas capas dos cadernos de artes no dia seguinte.

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